SER DIÁCONO É AMAR O BASTANTE E VENCER AS BARREIRAS DAS INDIFERENÇAS

* Diác. Sandoval Arcanjo Bezerra. Paroquia Nossa Senhora do Rosário em Aroeiras – PB/Diocese de Campina Grande/PB – Especialista em Ciências da Religião com Ênfase em Teologia Bíblica.

O diácono permanente tem sido visto nestes últimos tempos como aquele que serve, mesmo diante das barreiras existentes. A indiferença por parte de alguns ainda é forte quando se trata do ministério do serviço diaconal. Mesmo que essa situação aconteça o diácono deve ser um homem cheio de sabedoria para compreender que Deus o chamou para seu serviço e não para o serviço dos homens aqui na terra. As barreiras das indiferenças sempre irão existir, mas o amor deve prevalecer, dentro do coração do diácono, e assim mostrar sua capacidade de amar e vencer as dificuldades por ele encontradas.

Servir a Deus, é estar à disposição do outro no seu jeito de servir e amar, que esse serviço seja para o diácono uma forma de levar Cristo através do serviço, da verdade e da justiça. Assim o diácono mostra que sua capacidade de servir vem do alto, vem de Deus, vem do amor ao próximo. Ser diácono é amar o bastante e vencer os obstáculos das insensibilidades, é lutar para que o reino de Deus se faça presente em sua vida e na vida do outro, é espalhar a paz, é viver na justiça do alto e deixar o agir de Deus acontecer.

O ministério diaconal vai além de quaisquer outras situações que possam afetar o interior. Não são estas indiferenças existentes que vão inferiorizar a presença do diácono permanente, uma vez que este serviço é próprio do ministério diaconal permanente, uma dádiva de Deus na vida de um homem casado. Além de exercer um pastoreio, o diácono permanente é família, Deus está nas famílias, o diácono é pai e esposo, agraciado por Deus, por Ele nos ter dado esse dom tão extraordinário. Talvez, seja por isso, essa indiferença que enfrentamos diante das adversidades e desafios do mundo, que lutamos, que vivemos. O diácono permanente imita muitas vezes e circunstâncias o Cristo que sofreu as injustiças daqueles que se julgam santos diante de Deus. Assim, o amadurecimento da fé, beijar a cruz mesmo tão pesada, alivia a alma, em saber que Deus sabe quem são os seus e quem vive como fariseus e mestres da lei dentro de seus templos.

O diácono deve resistir a qualquer situação que seja em sua vida, para que ele possa ser servidor inspirado por Deus usufruindo da mansidão e do amor divino. É esse amor divino que vai fazer do diácono um homem santo com capacidade de imprimir o que seu coração está cheio. Além de ser um homem inspirado e escolhido por Deus. O diácono pode ser atalhado de fazer tantas coisas, não pela sua incapacidade, mas pela indiferença que há no coração de tantos outros, talvez que faça melhor que outro e isso podem ocasionar o medo, a insegurança do outro e podendo atingir seu ministério só porque fez melhor e todos acreditam, em sua potencialidade.

O diácono é uma presença libertadora e misericordiosa para os pobres sofredores e necessitados da Palavra de Deus. Ser diácono é ser, sobretudo homem fiel ao Deus vivo e ter sentido a presença real do Cristo Servo em sua vida. Além, de ser anunciador da palavra de Deus.

Fonte: cnd.org.br
Foto: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.377114212905377&type=3
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